Liderado pela medalhista Gabriela Muniz, trio do CASO-DF domina o pódio dos 5 mil metros da marcha no Troféu Adhemar
Liderado pela medalhista Gabriela Muniz, trio do CASO-DF domina o pódio dos 5 mil metros da marcha no Troféu Adhemar
No último
dia de disputas em Bragança Paulista, Gabi vai ao pódio com colegas de clube e
aplaude performance das jovens Iasmin Raquel Silva e Mariana Dias Santos, de 17
e 18 anos, companheiras de treino em Sobradinho: "Elas são o futuro da
marcha atlética"
Iasmin,
Gabriela e Mariana: pódio dos 5 mil metros da marcha atlética- (foto: Gustavo
Alves/CBAt)
O Centro de
Atletismo de Sobradinho (CASO-DF) dominou o pódio dos 5.000 metros feminino da
marcha atlética, prova que abriu o último dia de competições do 5º Troféu
Adhemar Ferreira da Silva Loterias Caixa de Atletismo 2026, na pista do Centro
Nacional Loterias Caixa de Desenvolvimento do Atletismo, em Bragança Paulista.
Duas semanas
depois de conquistar a medalha de bronze por equipes na maratona do Mundial de
Brasília, Gabriela Muniz garantiu sua segunda vitória no Troféu Adhemar. A
marchadora de 23 anos venceu os 10.000 metros, na sexta-feira (24/6), com
recorde pessoal. Neste domingo (26/4), repetiu a dose: vitória com o tempo de
22:42.93, melhor marca da vida, e a apenas 15 segundos do recorde brasileiro
(22:27.19), que é da pernambucana Cisiane Dutra desde 2011.
"Foi uma prova muito boa. Os 5 mil metros passam super rápido, porque a gente é acostumada a fazer 20 mil... então 5 mil é rapidinho. Eu me senti bem, mas ainda estou pesada por causa da maratona que eu fiz duas semanas atrás. Mas, no geral, gostei muito das minhas duas provas. Estou no caminho certo!"
Medalhista
do Mundial por Equipes e atleta olímpica (disputou os Jogos de Paris-2024),
Gabriela também ficou orgulhosa com o resultado das companheiras de pódio, duas
jovens marchadoras que são treinadas por Gianetti e João Sena Bonfim em
Sobradinho (DF).
Iasmin
Raquel de Jesus Silva, de apenas 17 anos, conquistou a prata com o tempo de
25:49.47. Mariana Dias Santos, de 18 anos, foi bronze com 25:50.58 – ela também
disputou o Mundial de Marcha, participando da prova de 10 km sub-20. Ambas
melhoraram seus resultados pessoais, já que tinham marcas na casa dos 27
minutos.
"Não
sei se elas sabem, mas eu fico muito, muito, muito feliz com os resultados
delas. Quando eu era sub-18 e fazia os 5 km, eu fazia exatamente os mesmo
tempos que elas estão fazendo. Então, ver a evolução delas a cada prova, e ver
como elas se esforçam no treino, me deixa muito feliz. Elas são o futuro da
marcha atlética. Vejo elas lá na frente, disputando grandes campeonatos."
Mariana, que
esteve na delegação brasileira do Mundial por Equipes, disse que Gabriela é uma
inspiração. "Ela é minha colega de treino, a gente acompanha o treino uma
da outra, e a Gabi sempre foi uma inspiração para mim. Hoje em dia poder
treinar e competir com ela é muito bom."
Ela começou
por meio de um projeto social, na pista de atletismo do Paranoá, no Distrito
Federal. "Tinha corrida e marcha, e eu resolvi entrar na marcha. Nas
minhas primeiras competições, consegui já ser bronze nos Brasileiros. Não parei
mais, e já consegui coisas muito significativas, como participar do Mundial,
que foi algo incrível." Iasmin começou na marcha por influência de um
primo, que treinava a prova. "Ele não treina mais, mas hoje eu estou aqui,
fazendo ótimos tempos, melhorando cada vez mais. Estou muito feliz."






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